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Velocidade das mudanças tecnológicas e seus impactos na gestão empresarial

  • 12 de dez. de 2019
  • 2 min de leitura

Você já olhou seu smartphone hoje e pensou em algum app que pudesse resolver algumas de suas dores-de-cabeça da gestão da rotina do dia-a-dia? Já pensou em como poderia ganhar alguns minutos ou horas apenas com alguns cliques na tela, que não levariam mais que alguns segundos? Temos percebido nos últimos anos o rápido desenvolvimento de novas tecnologias de aplicação, principalmente as associadas a dispositivos móveis (smartphones e tablets), os chamados “applications” ou “apps”. Virtualmente, pode-se fazer “na ponta dos dedos” praticamente tudo que se faz com um computador pessoal, já que os apps incorporam, em sua grande maioria, as mesmas funcionalidades que se processam em um laptop ou desktop, com a facilidade de se resolver, de forma quase instantânea, problemas que poderiam ficar pendentes até o retorno do profissional em trânsito à sua base de trabalho. Em termos práticos para a gestão empresarial, tais apps trazem uma agilidade fenomenal, com a supressão de etapas burocráticas que tomam tempo excessivo e atrasam os processos internos. Tais desenvolvimentos demandam uma maior proximidade da área de TI com as áreas de negócio e um melhor uso das ferramentas móveis disponíveis, com o objetivo de facilitar a tomada de decisão no ambiente corporativo. Aprovações de ordens de compra, assinaturas digitais em documentos, pagamentos em “internet banking”, acompanhamento de “dashboards”, entre outros, são apenas alguns exemplos de processos já disponíveis em apps, mas que talvez não sejam usados de forma tão frequente e eficaz pelas empresas e que, certamente, contribuiriam para uma gestão mais dinâmica. Um ponto que deve ser naturalmente observado é a necessidade de adaptação às regras de Compliance, tanto internas quanto externas, de modo a assegurar que as transações realizadas através dos apps observem os princípios de governança estabelecidos pelas empresas e pelos órgãos reguladores, quando aplicável. Esta prática deveria ser incentivada e mais fortemente difundida entre os gestores, permitindo um melhor aproveitamento dos recursos e um ganho de eficiência na gestão de processos em todos os níveis das organizações.

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